Uma única esfera flutua em um feixe de luz — parte corpo celeste, parte visão cristalina. A figura que se ergue acima não é uma escultura, mas uma ilusão esculpida pela própria luz. Inspirada no diálogo silencioso entre geometria e percepção, esta fotografia convida à contemplação da fronteira entre realidade e imaginação.
Proporção 1,50:1