Nascer artisticamente é libertar-se de sua própria casca — entrar na vulnerabilidade e na possibilidade, abrindo-se para o mundo com novos olhos. O ovo aberto torna-se símbolo da própria criação, enquanto o ninho evoca tanto a fragilidade quanto as origens da vida. Esta imagem é uma meditação sobre renovação, coragem e o ato atemporal de recomeçar. A figura retratada é o pintor Américo de Carvalho e Sousa; o ninho é um de seus desenhos a carvão.
Proporção 1:1